Diagrama de Causa e Efeito

O IBC – Instituto Brasileiro para a Competitividade dá mais um passo no aprimoramento da ferramenta de gestão denominada ”Diagrama de Causa e Efeito”, ou “Ishikawa”, ou ”Método Espinha de Peixe” ou ainda,”Método 6M”. Faz parte do conjunto das “7 Ferramentas Estatísticas”.
Muita gente pergunta por que esta metodologia é conhecida como “Espinha de Peixe”. Aqui segue a explicação simplificada:

Esta metodologia já fazia parte do nosso conjunto de ferramentas, com várias aplicações teóricas e práticas em várias empresas no Brasil e no exterior. Contudo, o conteúdo, agora customizado, foi feito para atender as necessidades específicas de uma empresa que quer ter domínio de mais metodologias que a auxiliem na busca da causa raiz. A maior razão é evitar desperdícios de recursos materiais e humanos, aumentando, como conseqüência, sua competitividade a um nível jamais sonhado. Objetiva, o método que estamos a aplicar, a saída da rotina que algumas empresas insistem em estabelecer acabando por isso e de vez com as correções dos problemas pelo arcaico e infrutífero método de “tentativas e erros”. É, qualquer experiência pode testemunhar isso, muito caro não conhecer e aplicar ferramentas simples mas eficazes, dentro de uma ótica mais ampla, mais abrangente, mais eficaz, mais inteligente. Daí o Ishikawa em suas várias nomenclaturas e seu concentrado efeito inabalável que é o aumento expressivo de competitividade.
Quando se coloca de um lado os 6M (método, máquina, meio ambiente, mão de obra, materiais e medidas) e do outro o efeito que isto ocasiona, já começamos a raciocinar de forma mais abrangente, levantando pontos que numa análise de causa convencional, não seria percebido. Cada um dos 6M ainda pode ter vários desdobramentos num segundo e terceiro níveis (em alguns casos raros, até mais que três níveis).
Para dar uma idéia um pouco mais detalhada de como este treinamento foi desenvolvido, relacionamos os principais itens do conteúdo programático: reflexão inicial, localização dentro do processo, exercício base, teoria em formato de gibi, conceito básico, para que e como é utilizada a metodologia, interpretação das causas, macetes, exemplos simplificados, fatores críticos de sucesso, exercícios práticos e, por último, a reflexão final.
Mas, teoria em formato de gibi? Pra quê isso? Pois bem, a elaboração de um gibi, foi uma forma lúdica de fazer com  que os colaboradores de todos os níveis da hierarquia empresarial, pudessem compreender a metodologia de forma mais fácil e rápida. Vocês sabem: uma imagem, no nosso caso, várias, vale mais que mil palavras!  Após esta parte inicial, é que segue o desenvolvimento da teoria e a prática dos conhecimentos a serem adquiridos com toda a equipe. Como? Vocês me perguntam. Lhes conto brevemente: combinação do lúdico, com teoria, exemplos aplicados, exercícios práticos e exemplos reais expostos pelos participantes. Esta dinâmica torna o treinamento numa fonte de conhecimento e prazer.
Quero ainda listar alguns fatores imprescindíveis para o sucesso desta ferramenta e o efeito global que o Ishikawa – lembrem-se, outro nome para essa excelente ferramenta de gestão – produz, ou seja, a excelência de resultado. São eles:

  • Participação de todos os envolvidos
  • Não criticar previamente nenhuma idéia
  • Agrupar as causas e não sobrecarregar demais o diagrama
  • Construir um diagrama separado para cada problema/defeito
  • Entender claramente cada causa

E quero lhes contar um exemplo prático da utilização do Diagrama de Causa e Efeito.  Um caso muito interessante e de resultados rápidos foi o de um problema que já durava anos e aparentemente difícil de resolver: tempo excessivo para o enlonamento de caminhões, em que tinha, entre as causas, a falta de procedimento padrão, falta de cuidados com o manuseio das lonas pelos motoristas e um tempo abusivo de caminhões no interior da fábrica. O uso do “Diagrama de Causa e Efeito”, permitiu que enxergássemos isto com mais amplitude pelo enfoque dos 6M. Como? Foram filmados vários enlonamentos, escolhidos o mais eficaz e o pior exemplo de enlonamento para que com isso tivéssemos idéias claras e objetivas para tosos. Ffeito projeções desses dois videos no circuito interno do pátio de estacionamento dos transportadores e, como conseqüência, alcançamos uma mudança de paradigma enorme e efetiva. Os ganhos obtidos foram: redução do esforço físico, melhoria da imagem da empresa, redução de custos. satisfação dos usuários do transporte, melhoria da qualidade de vida, redução de riscos com acidentes e  redução do tempo total de carregamento, pois todos os motoristas passaram espontaneamente a utilizar o padrão mais eficaz. Em suma: melhorias para a empresa e paros transportadores!
Quer mais? Se beneficie destes conhecimentos e de nossa ampla experiência. Querendo conhecer e aplicar esta ferramenta em sua empresa, para minimizar perdas e aumentar sua lucratividade, teremos a maior satisfação em auxiliá-lo. Consulte-nos, conte conosco e receba os lucros desse trabalho.

Autor: Lauro Volaco
Empresa: IBC Instituto Brasileiro para a Competitividade