A segurança operacional exige preparo contínuo, disciplina e integração com instituições especializadas.
Na Fábrica de Cimento de Itajaí, a Brigada de Emergência foi estruturada para atuar com alto nível técnico.
O objetivo era reduzir riscos potenciais e garantir resposta eficaz em situações extremas.
Para isso, contratamos um instrutor altamente capacitado, com experiência comprovada no setor.
O profissional Jose Vitor Ferraz Filho, naquela época técnico de segurança, já havia desenvolvido trabalho semelhante na Fábrica de Cimento Rio Branco, no Paraná.
O foco do treinamento foi o preparo físico, mental e comportamental dos brigadistas.
Especialistas do Corpo de Bombeiros participaram diretamente das capacitações.
Além disso, houve integração prática com a corporação local.
Em regime voluntário, brigadistas passaram finais de semana atuando com os bombeiros e pernoitando na corporação.
Essas vivências permitiram contato com ocorrências reais e tomadas de decisão sob pressão.
O preparo físico foi intensificado com caminhadas progressivas de 10 a 40 km.
Os exercícios incluíam o uso de bomba costal cheia de água, em sistema de rodízio.
O treinamento visava resistência, cooperação e superação de limites.
Também realizamos treinamento de rapel em silo com 50 metros de altura.
A atividade simulava salvamentos em altura dentro da fábrica ou na comunidade.
Esses exercícios elevaram a confiança e a prontidão do time.
A integração fortaleceu a cultura de prevenção e resposta rápida.
O aprendizado prático reduziu incertezas em cenários críticos.
A segurança deixou de ser apenas um procedimento e tornou-se atitude.
Preparo físico e mental pode ser decisivo em situações reais.