Competitividade potencializada pelo IBC

Recentemente tive a oportunidade de ler o livro “O meu Everest – Realizando um sonho no teto do mundo” do autor Luciano Pires. Muitas coisas me impressionaram nesta interessantíssima leitura.Vou mencionar algumas, à título ilustrativo:

  • o que tem de diferencial, alguém que aparenta ser uma pessoa normal como quase todas as outras, mas ter um poder tão grande para gerar um desafio para exercitar os seus próprios limites e alcançá-lo num curto espaço de tempo?
  • como soube escolher entre centenas, talvez milhares de opções, aquelas que mais conseguiram fazer com que ele se preparasse para realizar este projeto de vida?
  • como teve flexibilidade para se reunir a um time totalmente diferente, de outros países, com outras formações, com diferentes idades, com línguas diferentes e tantas outras diferanças mais e pudessem formar um time sob a batuta de experts neste tipo de programa, para superar todas as dificuldades e atingir seus objetivos?
  • a riqueza de conhecimento adquirido concentradamente, pelo fato de sair da mesmice?
  • a inteligência de escolher uma meta desafiadora, mas exeqüível?
  • o contraste entre um local ermo, de dificílimo acesso, freqüentado por pessoas que tem um alto poder aquisitivo para realizar este projeto, cujas trilhas estão repletas de excrementos de pessoas e animais, além de todo o lixo deixado ao longo do caminho, numa clara demonstração de falta de cuidado com o meio ambiente? Aos dejetos dos animais, foi encontrado uma destinação final muito interessante, pois após seca, substitui a lenha para aquecer ambientes e preparar a comida. E os demais pontos abordados, que ainda continuam lá, ampliando a já assustadora poluição?

Poderíamos ir mais longe, mas uma grande lição foi ter buscado o que existia de melhor:

  • o melhor conhecimento possível no prazo que tinha estabelecido para o seu projeto.
  • a melhor empresa para levar à frente o seu intento.
  • os melhores equipamentos.
  • os melhores guias.
  • os melhores meios de transporte.
  • as melhores formas de preparação física e psicológica.

Para muitas coisas, não havia alternativa. Aí se destacava a sua capacidade e flexibilidade para adaptação às condições existentes.

Paralelamente, estamos desenvolvendo junto a algumas empresas, a introdução do conhecimento teórico e prático da ferramenta de gestão 5S. Que contraste ver o que pode ser obtido na melhoria de resultado das organizações, o uso correto e contínuo dos sensos desenvolvidos pelos 5S: arrumação, organização, limpeza, saúde e autocontrole. Uma verdadeira revolução ocorre, quando todos os colaboradores estão treinados e aplicam na rotina do dia a dia, estes conceitos. A competitividade da organização fica potencializada e os resultados vão aparecendo através de melhorias contínuas.

O que falta aos montanhistas e alpinistas, é o conhecimento conjunto de processos que efetivamente mudem os resultados e ainda os impulsionem para atingir suas metas com mais eficácia. O mesmo ocorre em muitas organizações, que poderiam estar muito mais bem posicionadas no mercado, se mudassem seus hábitos, após tomarem conhecimento e aplicarem novas metodologias de gestão, tais como o 5S, eliminação de perdas, gerenciamento de rotina, etc.

Extraí um ponto, que considero muito importante neste livro e que quero compartilhar com vocês:

  • Cada um faz seu Everest mais difícil ou fácil.
  • Cada um fixa seus limites.
  • Cada um define os extremos a que pode chegar.
  • Cada um é responsável, conscientemente ou não, por fazer da trilha para o Everest um divertimento ou um inferno.

Gostaríamos que o IBC fosse escolhido como seu parceiro para levar adiante, de forma eficaz, o seu projeto para atingir “o seu Everest”.

 

 

Autor: Lauro R.D.Volaco – Diretor IBC
Empresa: IBC – Instituto Brasileiro para a Competitividade